Parada olhando para a noite, olhando para o nada, tentando enxergar no breu aquele filete de luz divina que pode clarear uma mente confusa. Olhando para dentro de mim mesma, tentando enxergar essa luz lá no fundo. Olhar para dentro sempre é muito difícil, ver a nossa verdade sem máscaras, porque podemos nos mascarar para os outros mas nunca para nós mesmos, não dá, não rola! Se instala em mim meu eu algoz, no momento do cumprimento da pena me pergunto: quantos erros temos que cometer para um acerto? Quantas vezes frente a dois caminhos seguimos pelo errado? Quantas vezes fazemos escolhas erradas? Quantas vezes escolhemos a pessoa errada para cruzar alguma estrada conosco? E a resposta não vem, cada erro um amadurecimento, mas nunca a certeza de não errarmos novamente no mesmo ponto. Porque sim, eu venho errando no mesmo ponto! Mas venho pagando cada vintém por essa insistência doentia em errar. Mas no fim das contas o que vale é o balanço geral, quero acertar, mas seguir errando é sinal de que estou viva em busca do que é bom! Estou viva porque estou fazendo alguma coisa por mim! E eu sou feliz, sou grata por ter a chance de errar, pagar e me divertir no meu fantástico mundo.
Varias mulheres, muitos pensamentos e um só mundo. Dicas, críticas, piras, humor e inteligência!
sexta-feira, 6 de março de 2015
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